quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Gripe

Achei que nessa estação escaparia ilesa da onda de gripe, seja ela suína ou não, mas não foi o caso. E como a preocupação com a gripe suína cresceu demais nas últimas semanas decidi me informar das diferenças entre as duas. O melhor lugar: Google. O pior website: o do nosso Ministério da Saúde.
Quando abri a página, pensei: "Nossa, legal, pelo menos, eles estão fazendo alguma coisa, informando a população corretamente e tal...". O site, inclusive, é bem prático, são perguntas frequentes sobre a gripe e um vídeo com as respostas a elas, esclarecidas por José Gomes Temporão, Ministro de Estado da Saúde. Achei a minha pergunta e fiquei esperando atenta pela resposta. Ele fala, fala, fala e quando chega nos sintomas relata o que você sente em uma gripe comum e diz que nos dois casos os sintomas são os mesmos. Solução: procurar um hospital e não ficar em casa tomando o chazinho da vovó... Palavras do nosso querido Ministro...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Meu primeiro amor

Sem palavras para descrever o que é estar no lugar certo, no momento exato.

PS: Mil desculpas, mas dessa vez não tinha como preservar a identidade das crianças.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Só me faltava essa...

Não sei aonde estava em meados de novembro, quando chegaram ao Brasil os contêineres de lixo vindos da Inglaterra. Não sei porque não li essa notícia, não sei porque ela ainda não veio parar no meu blog. Mas antes tarde do que nunca! O que não tem muito problema, já que os contêineres só estão voltando para a Inglaterra agora.
Fiquei realmente abismada com a notícia. Primeiro, como que pode um país achar que o outro é o lixão dele e que pode mandar o que bem entender para ser despejado por lá. Isso deveria ter sido bem mais divulgado e a Inglaterra deveria ter vergonha do que fez. Tudo bem que culparam uns três aí e ficou por isso mesmo...
Segundo, é a incrível lerdeza com que tudo no Brasil é conduzido. Até para devolver o lixo que não é nosso e veio pra cá não se sabe porquê demora quase um ano. Convenhamos, se tivéssemos mais agilidade e menos burocracia em questões tão diretas, quem sabe não culparíamos nenhum país desenvolvido pela sua conduta, pois poderíamos SER um país desenvolvido.