quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Maria Balinha

A onda de A Favorita invade mais uma vez o meu blog. Prometo ser a última vez, já que a novela termina daqui a 3 dias. Mas, a intenção é boa, é para escrever sobre a Maria Balinha, a boneca de pano de estimação de uma das personagens. Quem nunca teve uma Maria Balinha na sua vida? Aquele brinquedo ou boneca ou ursinho de pelúcia que ganhamos quando éramos pequenos e nos apegamos de tal forma que até hoje é difícil nos livrarmos do trapo que ele virou?
Alguns, preferem um paninho, aquela fraldinha de criança com bichinhos esquisitos e coloridos. Dormem com o paninho, vão ao shopping com o paninho, choram pelo paninho. Para os pais, fica até difícil lavar o paninho. No meu caso, foi um palhacinho de pano. Minha mãe disse que ganhei ainda na maternidade da minah madrinha. Adorava aquele palhacinho, claro, que não me lembro muito dele quando era criança, mas depois que tomei consciência da minha existência no mundo, passei a chamá-lo de Pafúncio.
Coitado do palhacinho. Depois de alguns anos, ele ficou encardido, um tanto destruído e com alguns riscos de caneta. Mesmo lavando, o branco já era amarelo por natureza. Com o passar da infância, Pafúncio foi deixado de lado e começou a morar dentro do meu guarda-roupa. Já faz algum que não o vejo, provavelmente, deve estar escondido em algum canto escuro, na parte de cima do armário, junto com as "tralhas" pouco usáveis. Preciso resgatá-lo qualquer dia desses para ver se ainda está inteiro ou se sobrou algum pedacinho dele. Mas, mesmo que os Pafúncios e as Marias Balinha não façam mais parte da nossa rotina, fica difícil nos livrarmos de uma parte tão boa de nossa infância.

Um comentário:

Thales disse...

O meu era o Cucado.