segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Ociosidade

O ócio pode ser uma coisa boa, às vezes. Tem dias que a gente gosta de ficar à toa, não há nada mais gostoso do que ficar na praia, na piscina, tomando sol, deitada na cama olhando para o teto por alguns minutos, ir mudando de canal na TV sem procurar exatamente alguma coisa ou até parar no Discovery Channel para te dar uma pouquinho de sono. A ociosidade é boa quando estamos no lugar ideal para ela se espalhar, caso contrário, ela é terrível.
É terrível quando estamos na frente do computador e já entramos em todos os sites possíveis, lemos todos os e-mails e não há mais nada para fazer. Para ajudar, dez minutos parecem durar 30, trinta parecem durar uma hora e assim por diante. O relógio está lá, na nossa frente e não há meio de fazê-lo andar mais rápido. Nessas horas, a gente imagina o sofá, a TV, a cama e o edredon, mas eles estão tão fora do alcance...
O corpo cansado pára de te obedecer, as pálpebras pesam, as letrinhas na tela começam a embaralhar, os olhos vão fechando devagarinho e logo logo, estamos pescando, pescando....zzzzzz.

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