sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Ah, o verão...

Que o sol de hoje esquente todas as almas geladas de ontem e derreta os problemas do mundo. Se não fosse por ele, diria que a semana que começa ruim, acaba pior. Se não fosse por ele, o avestruz continuaria com a cabeça no seu buraco. Se não fosse por ele, não haveria sorrisos estampados no rosto. Se não fosse por ele, não haveria esperança de um final de semana colorido.


Segundo uma amiga minha, uma conjunção astral desfavorável pode nos pegar no momento mais vulnerável e ser arrebatadora. Se os astros querem, quem pode ir contra? Mas, afinal, qual é o maior deles? E se ele está tão radiante, quem pode duvidar de que veio para alegrar os corações?


A primavera chuvosa, prevista pelos metereologistas, pode se transformar em períodos de tempestade e até de ciclones. Ciclones que esperamos ser breves, ciclones que fazem o céu ficar preto e a chuva cair por todos os lados, sem lugar para fugir. Ciclones que devastam e varrem tudo que lhes cruzam o caminho, apenas a mais resistente das casinhas pode permanecer ali, esperando pelo sol para secar as últimas gotas da tempestade. Que chegue o verão e desmanche todas as nuvens pretas espalhadas pelo meu céu.
"Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu". Cecília Meireles

2 comentários:

Francisco Castro disse...

Olá, eu gostei muito do seu blog. Ele é muito bom.

Parabéns!

Um abraço

Thales disse...

Glub!
Não sei porque, mas acho que fiz papel de algum ciclone, né?
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